WE CARE.

A essência de tudo que fazemos está nas pessoas e na nossa capacidade de sermos empáticos, para a partir daí buscarmos soluções e não problemas

WE DELIVER.

Olhamos além da tradicional escopo, custo e tempo! Focamos na entrega de resultado, gerando valor para o cliente, sua equipe e a sociedade.

WE`RE CREATIVE.

“…Como “gestores de projetos”, nós somos tendenciosos (e fomos “doutrinados”) a pensar de forma linear. Como empreendedores, precisamos pensar de forma exponencial…”

Sobre Nós

A Framework é uma boutique consulting firm em Consultoria, Mentoria e Educação Corporativa focada em  Inovação, Gestão Estratégica e Gestão de Projetos no contexto Corporativo. Trabalhamos em projetos de Transformação na Gestão.
Como boutique consulting firm somos uma empresa inovadora e executamos o desenvolvimento de soluções para atender as necessidades de nossos clientes. E para isso utilizamos com base o Project Thinking, abordagem hídrida nossa que tem como base no Design Thinking, Gestão Visual, Agilidade, Neurociência Aplicada e PESSOAS!

CRIATIVIDADE
100%
EMPATIA
100%
FOCO
99%
COLABORAÇÃO
100%

A Equipe

Eduardo Freire

Eduardo Freire

Co Founder | Project Thinker

Atua como "project thinker", consultor, professor e palestrante na area de Gestão de Projetos, Programas e Portfólio, Microsoft EPM (Project + Project Server) e Gestão de Projetos de Inovação com Design Thinking. Agraciado com Prêmio Microsoft MVP Award 2011, 2012, 2013, 2014 e 2015 em Project. Administrador, Pós em Projetos de Invetismento Publico (FIOCRUZ), MBA em Gestão de Projetos (FGV) e Mestrado em Computação pelo CIN/UFPE. Mentor em Inovativa Brasil, StartupWeekend Change Markers e Universo IF. Curador do Espaço Pitágoras (Desenvolvimento) na Campus Party Recife2, Diretor de Inovação e Novos Negócios do ID3.org e Conselheiro e Diretor do PMI-CE na gestão 2011-2014.

Sérgio do Nascimento

Sérgio do Nascimento

Partner Advisor - SP

Mestre em Engenharia Civil no IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas); Consultor certificado PMP® pelo PMI® (Project Management Institute) e PRINCE2® Practitioner pela APMG. Professor convidado na FGV (Graduação, MBA, Pós-ADM e FGV Online), UFSCar, HSM Educação (professor e conteudista), IBEC, FACENS, SENAC, EPN/UniSantanna, e instrutor na DinsmoreCompass.PMI Rio (desde 2012) e PMI São Paulo (2004), VP de Operações (2015-2016); Diretor de Programas (2015); Conselho de Orientação (2013-2014); Mentor (2013-2014); coordenador da Revisão de Estatuto Social (2013-2014); conselho Fiscal (2011-2012); Membro das Comunidades de Estudos: Consulting; Earned Value Management; Energy, Oil, Gas & Petrochemical e Scheduling do PMI-USA; AACE (desde 2013), Diretor do PMI São Paulo (2014-2015).

"Não iremos entregar melhores resultados se não mudarmos a forma que estamos fazendo gestão de nossos projetos."

Eduardo Freire

Services

Mentoria

Mentoria

A Mentoria foca numa espécie de tutoria, ou mesmo co-criação, com base na experiência e conhecimentos de nosso time, compartilhamos com profissionais (mais jovens ou não), que estão iniciando no mercado de trabalho ou numa empresa, experiências e conhecimentos no sentido de dar-lhes orientações e conselhos para o desenvolvimento de suas carreiras profissionais ou empreendedoras.

Educação

Educação

Nossos workshops ou Experiente Day funciona com base “cases” e problemas reais utilizando de como fundamentos a andragogia: 1. Necessidade de saber: adultos precisam saber por que precisam aprender algo e qual o ganho que terão no processo. 2. Autoconceito do aprendiz: adultos são responsáveis por suas decisões e por sua vida, portanto querem ser vistos e tratados pelos outros como capazes de se autodirigir. 3. Papel das experiências: para o adulto suas experiências são a base de seu aprendizado. As técnicas que aproveitam essa amplitude de diferenças individuais serão mais eficazes. 4. Prontidão para aprender: o adulto fica disposto a aprender quando a ocasião exige algum tipo de aprendizagem relacionado a situações reais de seu dia-a-dia. 5. Orientação para aprendizagem: o adulto aprende melhor quando os conceitos apresentados estão contextualizados para alguma aplicação e utilidade. 6. Motivação: adultos são mais motivados a aprender por valores intrínsecos: autoestima, qualidade de vida, desenvolvimento. Além do uso de tecnicas e ferramentas de gaminification e design thinking.

(Out Outsourcing) Projetos e Inovação

(Out Outsourcing) Projetos e Inovação

A FWK pode ajudar sua organização com profissionais: - Gerente de Projeto - Gerente de Portfólio - Design Thinker - Project Thinker - Scrum Master - Agile Coach Tudo conectado com nossa abordagem de Project Labs.

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Consultoria

Consultoria

- Escritórios de Projetos/PMO - Laboratórios de Projetos e Inovação - Challenge de Inovação Corporativo - Gestão da Inovação - Inovação no Planejamento Estratégico

Fatos divertidos

Post IT
Projetos Entregues
Clientes Satisfeitos
Copos de Café

Blog da FrameWork

Processo de planejamento da Sprint

Quando a organização está passando por um momento de mudança de cultura da tradicional para o ágil temos que colocar o processo do SCRUM de forma incremental para não deixar as coisas embaraçosas para o time e ir “quebrando o gelo” para diminuir a resistência da melhor forma possível. Com isso falar de um processo de planejamento de Sprint da forma que de fato deveria acontecer e ressaltar os possíveis entraves, assim como funciona no mundo real.

Para chegarmos no processo de planejamento da Sprint temos que no mínimo ter algumas coisas bem definidas, são elas:

  • Ter um backlog do produto priorizado

Para isto acontecer é necessário um trabalho bem alinhado com o PO, o ajudando com a priorização e gestão do Backlog do Produto, detalhando em um nível bacana, para que a equipe de desenvolvimento possa entender de forma clara a estória de usuário, para isto temos algumas técnicas que ajudam como o acrônimo INVEST, mas este é um tema para outra hora.

  • Ter uma definição de preparado (Ready)

Esse é o  acordo que define como a estória de usuário deverá ser detalhada, quais e o que deve conter nesse detalhamento, como no exemplo a seguir:

Só aceitamos um item na reunião de planejamento da Sprint se estiver:

  • Com um nível de detalhe abrangente na descrição
  • Com o esforço estimado
  • Pequeno o suficiente para caber em 1 Sprint de 2 semanas
  • Com critérios de aceitação definidos

Com a definição de preparado temos um padrão que cada estória de usuário deve conter.

  • Ter uma definição de pronto (Done)

Esse acordo entre o PO e o time de desenvolvimento deve conter critérios que ajudem ao time a desenvolver as tarefas certas para a expectativa do PO como requisitos não-funcionais como no exemplo a seguir:

Definição de DONE

  • Deverá ser realizado todos os testes unitários de todas as features
  • Deverá ser realizado testes funcionais de cada demanda
  • Deverá ser feito a implantação nas lojas em 5 dias decorridos via script automatizado
  • Deverá está dentro do padrão de arquitetura estipulado.

Com esta definição elucida para o time de desenvolvimento como deverá ser feito com requisitos não funcionais.

  • Ter uma estratégia para o planejamento bem definida

Temos 2 tipos de estratégia

  1. Orientado a velocidade

Nessa estratégia o time se compromete a entregar funções de acordo com a velocidade de desenvolvimento da equipe, sempre observando a capacidade de velocidade da equipe.

  1. Orientado a comprometimento

Nessa estratégia o time informa o que cabe ou não dentro da Sprint pela estimativa de horas e analisando se cabe ou não dentro da Sprint, sem levar em consideração a velocidade do time.

Agora vamos para o mundo real onde a organização está saindo do modelo tradicional para o desenvolvimento ágil, nesse momento não podemos colocar tudo de uma vez para não acontecer os entraves, então vamos lá como funcionou em um cliente.

Como faz parte do PO a responsabilidade de priorizar e gerir o backlog e nesse cliente estamos interagindo com pessoas que foram colocadas nessa posição para solicitar as demandas para a área de desenvolvimento sem nem um preparo antes ou contato deles com o framework SCRUM, mais ajudamos aos POs dos diversos tipos a realizarem esta priorização e nos passarem.

Com isso pegamos os épicos priorizados e passamos para os analistas realizarem o que definimos como preparado que seria ter uma descrição detalhada, e ter pelo menos 1 critério de aceite, assim como um esforço estimado pelo analista.

Depois desse detalhamento partimos para a reunião de planejamento com as features detalhadas onde iremos definir as metas da Sprint e definir o que a equipe irá se comprometer em entregar o que foi acordado, em seguida quebrar em tarefas pela parte da equipe de desenvolvimento, então finalizamos a reunião de planejamento.

Trabalhando assim  podemos aprimorar para que o processo de planejamento de Sprint seja mais qualificado e a cada retrospectiva e colocando mais robustez para chegarmos em um alto nível e em equipes auto gerenciáveis.

 

 

 

Davi Rodrigues Pinto

O primeiro desafio da adaptação ágil com Scrum.

Apesar de algumas pessoas falarem que o Scrum é simples e muito fácil de utilizar, existem uma série de fatores que podem influenciar o sucesso ou o insucesso da implantação do Framework Scrum na organização.

O primeiro passo é a cultura, se a organização está de fato querendo promover essa mudança no seu organismo e o quanto a alta gestão está envolvida e estimulando a mudança de fato. Com isto vem o processo de adaptação que, muitas vezes, não é fácil e que pode ou não parar por aí a implantação se o patrocinador da transformação não tiver uma visão de longo prazo.

Aqui vamos falar de uma das dificuldades que temos no dia-a-dia, de se vencer essa barreira da cultura que é entender que agilidade não é rapidez e que entregas pequenas geram valor para o cliente, sim. Mas para isso acontecer temos uma figura que é o P.O.,  que tem uma grande importância, pois ele pode ser o cliente ou um representante do cliente, no final do dia ele é quem vai dizer o que tem que ser feito ele quem vai enxergar o valor ou não no desenvolvimento do produto.

Primeiramente a empresa deve tomar a decisão de qual o melhor tipo de P.O., levando em consideração a cultura da organização, assim como suas oportunidades e riscos que cada tipo de P.O. traz. Porém o que acontece na realidade, é que muitas vezes as organizações optam que uma pessoa de dentro da empresa para seja o P.O. e simplesmente o jogam no meio da fogueira, sem dar nenhuma formação, simplesmente acreditando que ele conhece do processo do negócio. Mas esquecem que o P.O., também, tem que ser um especialista no Scrum ou conhecer muito bem os rituais.

É aí que está o nosso primeiro desafio, neste ponto o P.O. não consegue desenvolver e nem priorizar o Product Backlog, pois sente dificuldades em faze-lo, mesmo com toda ajuda do Scrum Master para orientá-lo nesse processo. Se ele não tem experiência nesta construção e seu pensamento ainda é cascateiro a probabilidade de fracasso só aumenta, este é um dos principais desafios para ultrapassar a barreira da cultura e é algo que a própria organização tem que perceber com a ajuda dos agentes de transformação.

Podemos concluir que o P.O. deve estar muito envolvido pelo processo Scrum para ajudar o time a caminhar, e que ele é o único que não deve ter dúvidas do que tem que ser desenvolvido, logo percebemos que a escolha dessa figura faz parte da estratégia da transformação digital para uma organização que está modificando o seu mindset para o mundo ágil.

Davi Rodrigues Pinto

Revolução da empatia

Já parou para pensar no poder que a empatia tem em nossas relações do cotidiano?

Durante muito tempo pensava-se que a empatia era uma capacidade exclusivamente humana, atualmente sabemos que diversas espécies são capazes de sentir empatia e coordenar impulsos levando em consideração o outro. Nossa capacidade de empatia está ligada à herança genética.

A empatia está relacionada com nossas indignações perante aos problemas mundiais e com o nosso esforço para resolve-los, porém existem fatores que podem nos impedir de usarmos intensamente a empatia, como por exemplo: o preconceito e a negação.

Com o preconceito enxergamos as situações de forma superficial e baseados em estereótipos, nos impedindo de enxergarmos verdadeiramente o outro.

E em relação a negação, se refere a nos tornarmos insensíveis perante a “chuva” de más notícias que recebemos.

Mas e em nosso cotidiano em que nos ajuda?

Está diretamente ligada a resoluções de questões do dia-a-dia, pois expandindo a capacidade de compreensão com o outro observamos aspectos que eram ignorados.

Conviver bem com a diversidade, nos torna mais empáticos e tolerantes e é o que nos faz transmitir de forma adequada a mensagem para uma plateia ou para um grupo diversificado de pessoas no trabalho.

Então devido esse ponto citado podemos considerar a importante contribuição que a empatia tem para a liderança, pois atualmente temos lideres que estão precisando se adaptar a modelos dinâmicos das organizações e estão tendo que deixar de ser somente altamente técnicos e autocráticos e tendo que adotar um papel de compreender as demandas individuais e atende-las de forma abrangente. Muitas vezes, temos que tratar de assuntos comuns a duas pessoas, mas com abordagens diferentes e cabe ao líder elucidar as situações de forma adequada para que a equipe permaneça alinhada, o que traz um maior rendimento e coesão.

Acredito que devemos considerar a empatia uma força que consegue promover mudanças em diversos meios, pois quando deixamos de ter preconceito ao lidar com as situações conseguimos levar a individualidade da outra pessoa em consideração e, também, ter um melhor aproveitamento das pessoas da equipe designando adequadamente as tarefas.

Empatia se tornou um diferencial de competência, fazendo com que os lideres se destaquem e aumente a conectividade nas relações.

Sugiro que você faça um esforço consciente de se colocar no lugar de outra pessoa, com o intuito de desenvolver a habilidade de ser empático e assim futuramente colher os frutos que essa habilidade trará ao seu cotidiano.

 

Rachel Villari

 

Referências:

O poder transformador da empatia nas relações humanas –  Alzira Azeredo

https://exame.abril.com.br/carreira/o-poder-transformador-da-empatia-nas-relacoes-humanas/

 

A Revolução da Empatia – Tati Fukamati

https://www.youtube.com/watch?v=M8sQwMZiBfM

 

 

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